
E quando as núvens simplesmente aceleram como se corressem no céu,
quando as ondas quebram forte na beira,
quando tudo voa diante os olhos...
É não deixar a última rosa ser levada.
É segurar com força.
E deixar ir.
É ser o mesmo.
E deixar vir.
É sentir e deixar ser.
São apenas ventos de chuva.
sábado, 12 de julho de 2008
Ventos de chuva
Postado por
Bernardo Oliveira
às
4:09:00 AM
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