E o dia começa, com o cheiro de ontem e um gosto de nostalgia. Depois de um bom sonho com a realidade, nada melhor que viver o que já passou. As músicas começam a soar, como se fossem, talvez, a chamada pra aquele momento tão... aéreo? As coisas se repetem, as idéias passam frias como gelo, as palavras então, nada saborosas. O som já perdeu a cor e a cor agora já não brilha mais.
Como se fosse a memória mais doce da infância, ou talvez o gosto mais amargo. Não é apenas lembrar, e não é bom apenas esquecer. A música ainda soa como o cheiro de naftalina das roupas tiradas do armário. E pra que? Se dessa vez falta aquele olhar colorido, aquele sorriso com gosto de sonho. As músicas continuam soando, dessa vez já como se fosse aquele sentimento a um tempo apagado. Eu quero o que já passou. Eu quero que venha o novo, e que me faça bem. Eu quero dormir, acordar, sentir o gosto do azul do céu e viver como nunca.
E dessa vez a idéia é um tanto quanto diferente. Dessa vez é ter o novo, com todas as letras. É ver e fazer dar certo. É sentir falta, e querer fazer de novo.
É olhar pra nostalgia, e sentir gosto de rir.
Como se fosse a memória mais doce da infância, ou talvez o gosto mais amargo. Não é apenas lembrar, e não é bom apenas esquecer. A música ainda soa como o cheiro de naftalina das roupas tiradas do armário. E pra que? Se dessa vez falta aquele olhar colorido, aquele sorriso com gosto de sonho. As músicas continuam soando, dessa vez já como se fosse aquele sentimento a um tempo apagado. Eu quero o que já passou. Eu quero que venha o novo, e que me faça bem. Eu quero dormir, acordar, sentir o gosto do azul do céu e viver como nunca.
E dessa vez a idéia é um tanto quanto diferente. Dessa vez é ter o novo, com todas as letras. É ver e fazer dar certo. É sentir falta, e querer fazer de novo.
É olhar pra nostalgia, e sentir gosto de rir.

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